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17 de outubro de 2019

Versão 5.3.12

– Correção no R58 – Relatório financeiro, que carregava outros títulos pagos. – Correção no R59 – Relatório financeiro,

14 de outubro de 2019

Versão 5.3.11

– Alterada rotina de auditoria de estoque, agora a opção auditoria total vem desmarcada e ao fechar pede senha. – Relatórios de Caixa r

10 de outubro de 2019

Curiosidades: Diferenças entre cupom fiscais e nota fiscais

Embora a Nota fiscal Eletrônica e o Cupom fiscal tenham basicamente a mesma funcionalidades, há algumas diferenças entre elas. E é importante para

5.2.9

- Corrigido erro ao realizar importação de "Orçamento - Rápido" no "Venda - Rápida".
- Corrigido valor do IPI que estava recalculando de forma errada em Outras saídas.
- Bloqueado botão OK na tela de "Outras saídas - Lançamentos - IPI" quando a tela de lançamentos não estiver em modo de edição.
- Bloqueado botão OK na tela de "Entradas - Lançamentos - IPI" quando a tela de lançamentos não estiver em modo de edição.
- Compatibilidade do Simples Varejo com outros browsers como Chrome, Chromium e Opera.
- Adicionada opção de imprimir troco na bobina da tela de Orçamento - Rápido.

5.2.8

- Ao buscar produto pelo código de barras no Orçamento - Rápido, permitir que seja selecionado um produto com embalagem diferente.
- Ao buscar produto pelo código de barras no Pedido de venda - Rápida, permitir que seja selecionado um produto com embalagem diferente.
- Incrementar busca de cliente no R46 Relatório de necessidade de compra, para poder buscar pelo código de barras.
- Incrementar busca de cliente no R17 Pedido de venda, para poder buscar pelo código de barras.
- Incrementar busca de cliente no R39 Acompanhamento do produto, para poder buscar pelo código de barras.
- Geração de preço - Acrescentar filtros:
    - Número de controle.
    - Chave da NF-e.
    - Tipo de documento.
    - Número de documento.
    - Série de documento.
    - Fornecedor.
- Relatório de acompanhamento de produto, quando desfazia a entrada não saía corretamente neste relatório.
- Ao Fechar pedido, utilizar a data atual como base para o relatório de nota de conferência e o Danfe.
- Corrigido nos relatórios de recibos (CR e CP):
    - O pagamento do primeiro título não carregava quando localizava os títulos novamente.
- Melhoria na performance do "R13 Relatório de caixa - Entradas e saídas".

As 10 principais rejeições de nota fiscal eletrônica e como resolver cada uma delas

Ter uma nota fiscal rejeitada é um problema comum no cotidiano das empresas. Felizmente, na maioria dos casos é fácil e rápido identificar o motivo da rejeição, o que permite corrigir o problema e logo conseguir a emissão da nota de forma correta.
Na hora de emitir uma NF-e, ela deve ser autorizada pela Sefaz – a Secretaria de Fazenda do respectivo Estado. O processo envolve uma série de etapas de comunicação entre a Sefaz e a Receita Federal.
Nesse artigo, vamos tratar sobre o assunto abordando quais são as formas mais comuns de rejeição encontradas no dia a dia e o que fazer caso você caia em algumas delas. A tabela de rejeições, com seus respectivos códigos, é enorme. Porém, mostraremos aqui os itens mais recorrentes.
Formas de evitar rejeições
Apesar de todos os cuidados que você possa tomar, erros eventualmente vão acontecer. Contudo, listamos abaixo alguns conselhos para que você possa evitar que o número de rejeições de notas fiscais eletrônicas se torne um problema recorrente na sua empresa.
Valide os dados cadastrais da sua empresa

Valide os dados cadastrais do seu cliente no sintegra

Verifique no emissor o ambiente (contingência)

Informe corretamente a numeração e a série da nota

Escolha a CST de acordo com o regime de tributação da sua empresa

Atente-se às operações (CFOP)

Abaixo, listamos ainda as rejeições mais comuns com as quais você vai se deparar no dia a dia. Saiba como evitá-las:

1. Rejeição 733
O que é: Trata-se da Rejeição: CFOP de operação interna e idDest <> 1.
Como resolver: Nesse caso, é preciso checar o número do CFOP. Para operações internas (emissor e destinatário no mesmo estado), o CFOP inicia em 1 e 5. Para operações interestaduais (emissor e destinatário em estados diferentes) o CFOP inicia em 2 e 6. E, por fim, para operações com o exterior (destinatário estrangeiro) o CFOP inicia com 3 ou 7.
2. Rejeição 539
O que é: Trata-se de duplicidade na nota fiscal eletrônica com diferença na chave de acesso.
Como resolver: Nesse caso, é preciso verificar com calma dados como modelo, série, número da nota fiscal, data da emissão, data e hora de entrada e saída e o valor da nota fiscal. Não deve haver divergências.
3. Rejeição 203
O que é: Ocorre quando o emissor não está habilitado para a emissão de nota fiscal eletrônica.
Como resolver: Aqui, é preciso ir ao Sintegra ou à Sefaz e providenciar as correções necessárias para que seja habilitada a emissão.
4. Rejeição 327
O que é: Trata-se de um erro no código CFOP tornando-o inválido em notas com finalidade de devolução de mercadoria.
Como resolver: Novamente, é preciso olhar para os códigos CFOP, respeitando-se as descrições que já fizemos acima, para se certificar de que nenhum número indicador foi marcado de forma incorreta.
5. Rejeição 602
O que é: Ocorre quando o total do PIS difere do somatório dos itens sujeitos a ICMS.
Como resolver: Se a Situação Tributária estiver classificada com isenção, certifique-se que o campo “Alíquota” e Valor de PIS não estejam preenchidos.
6. Rejeição 464
O que é: Nesta rejeição, o Código de Hash no QR-Code difere do calculado.
Como resolver: As possíveis causas para isso são Campos CSC e Código de Contribuinte em branco ou dados informados em ambiente diferente. Contudo, trata-se de um erro simples de ser corrigido.
7. Rejeição 217
O que é: A nota fiscal eletrônica não consta na base de dados da Sefaz.
Como resolver: Trata-se de uma nota que, por alguma razão, não foi encontrada nos servidores do Governo. Nesse caso, você pode reemitir a nota, uma vez que o sistema ainda não a recebeu.
8. Rejeição 600
O que é: Trata-se de CSOSN incompatível na operação com não contribuinte.
Como resolver: Confira os campos Contribuinte do ICMS e Consumidor Final e certifique-se que a CST foi indicada corretamente.
9. Rejeição 234
O que é: Erro simples e muito comum: a Inscrição Estadual do destinatário não está vinculada ao CNPJ.
Como resolver: Verifique qual é o número ou se há isenção e corrija o que for necessário antes de retransmitir a nota fiscal.
10. Rejeição 114
O que é: Significa SVC desabilitada pela Sefaz na origem.
Como resolver: Nesse caso, desabilite a contingência para a emissão de nota fiscal eletrônica.

O Que é um XML? E Por quanto tempo guardar o xml das notas Fiscais?

O que é um XML

 O arquivo XML é o formato digital escolhido para a modernização das Notas Fiscais já que a emissão da NF-e (nota Fiscal eletrônica) é uma realidade em várias empresas brasileiras, a NFe tornou o processo de emissão de notas fiscais mais rápido e menos burocrático para os departamentos fiscais das empresas. As transações comerciais devem ser registradas e armazenadas eletronicamente em arquivo XML, e sua  validade é garantida por meio de assinatura digital.

O arquivo XML  é gerado durante a emissão da NFe e serve para registrar os detalhes da transação realizada.  Em resumo o arquivo XML é a própria NF-e que fica armazenada digitalmente para consultas posteriores, que registra informações  como:

  • Dados da NFe: valor total, número, modelo, série e datas de emissão;
  • Dados do emitente e do destinatário;
  • Dados dos produtos ou serviços;
  • Dados do ICMS;
  • Dados do transporte.

 

Por quanto tempo é necessário guardar o arquivo XML das notas fiscais. 

 

Normalmente a legislação determina que o XML da NFe precisa ser armazenado eletronicamente por cinco anos tanto pelo fornecedor quanto pelo comprador. O arquivo será necessário caso seja feita a troca do produto comercializado ou quando a receita federal necessitar. caso a empresa perca o arquivo XML, poderá arcar com multas que podem passar de R$ 1.000 por documentos não apresentado no momento da fiscalização, em alguns casos pode chegar até a prisão de acordo com a  lei (Lei nº 9.964, de 10.4.2000 artigo 1 e 2).

Todos os contribuintes do ICMS, sejam optantes ou não pelo Simples Nacional, estão obrigados a armazenar o arquivo XML. O arquivo também deve ser guardado pelo destinatário contribuinte do ICMS. O emitente e o destinatário deverão manter em arquivo digital das NFes pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais.

O que fazer caso você perca o XML da NFe

Ocorreu  um incidente inesperado, e você perdeu os XMLs das Notas Fiscais eletrônicas. O que fazer? Antes de mais nada é importante ressaltar que não é possível recuperar os XMLs perdidos caso o contribuinte não tenha as chaves de acesso. A guarda das notas fiscais fica a cargo dos contribuintes, assim como o registro dos documentos eletrônicos. Os recursos necessários para a guarda do documento digital, incluindo backup, têm um custo muito inferior do que a guarda dos documentos físicos, mas caso a empresa tenha armazenado o Documento Auxiliar de Nota Fiscal eletrônica (DANFe) de todas as notas ainda há a possibilidade de encontrar nesse documento a chave de acesso necessária para recuperação do arquivo XML. A empresa é responsável pelo documento. 

A NFe é o arquivo XML assinado digitalmente agregado com a sua respectiva autorização de uso. Ela deve ser armazenada no mesmo formato que foi transmitida e autorizada. A manutenção das informações em banco de dados é decisão do contribuinte envolvido na transação. Os bancos de dados são importantes para as questões operacionais da empresa e mantém a obrigação da guarda do XML da Nota Fiscal eletrônica.